Arquivos Brasil - FM Atitude

Mário Almeida23 de outubro de 2020
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4min660

O Censo da Educação Superior de 2019, divulgado hoje (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aponta que quatro a cada dez calouros no ensino superior optaram por se matricular em cursos de graduação a distância. O levantamento mostra que a educação a distância (EaD) tem ganhado cada vez mais espaço na educação superior, enquanto o ensino presencial tem reduzido as matrículas ano a ano.

Em 2009, as matrículas dos calouros em EaD representavam 16,1% do total. Em 2018, elas representavam 39,8% do total de estudantes que ingressaram nas instituições de ensino superior. No ano passado, eram 43,8%, o que equivale a cerca de 1,6 milhão do total de 3,6 milhões de novos estudantes. 

Considerando apenas a rede privada, onde estão matriculados 76% do total de estudantes do ensino superior, a opção pela EaD foi ainda maior entre os calouros, chegando a pouco mais da metade dos alunos, 50,8%.  

Já o ensino presencial teve redução. Passou de 60,1% das matrículas dos calouros em 2018 para 56,2%, em 2019. Em 2020, com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), o número de ingressantes em EaD deve aumentar ainda mais, de acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes. Os dados de 2020 serão divulgados apenas no ano que vem. “Eu acho que a pandemia vai acelerar essa tendência de migração para o ensino a distância ou ensino híbrido [com aulas presenciais e remotas]. Isso serve também como um ponto de alerta, como um ponto de observação, para o Ministério da Educação como um órgão regulador”, disse.

 

Diferenças

Os resultados das avaliações do ensino superior divulgados na terça-feira (20) mostram que os estudantes que se formam em cursos a distância têm desempenho inferior aos estudantes dos cursos presenciais. Mostram também que o perfil desses estudantes é diferente. A maioria dos estudantes de EaD, por exemplo, trabalha, enquanto os de cursos presenciais, não. 

“Os resultados têm sido próximos. Não dá para dizer que o curso é melhor ou pior. Também tem que explorar um pouco mais os resultados porque são realidades diferentes”, disse Lopes. “Em relação a qualidade, não dá para afirmar que o curso EaD seja de menor qualidade”, acrescenta. 

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida23 de outubro de 2020
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4min760

Clientes reclamam de atraso para o recebimento de encomendas via Correios. O problema já dura pelo menos dois meses, período que compreende a paralisação parcial de 35 dias e o retorno da greve há cerca de um mês. Conforme a empresa, a situação ainda pode ser agravada pela redução da força de trabalho devido à pandemia do novo coronavírus, que motivou redirecionamento de funcionários classificados como grupo de risco para o trabalho remoto.

“Os Correios lamentam eventuais transtornos e ressaltam que o serviço de entrega está sendo realizado integralmente, assim como as demais atividades da empresa. (..) Em razão do acúmulo de objetos, a estatal tem adotado medidas visando à normalização de suas operações – o mais breve possível -, o que inclui contratação de mão de obra temporária e a realização de mutirões aos fins de semana”, diz nota enviada pela instituição. Conforme afirma, situações específicas, quando reportadas à empresa por meio dos canais oficiais de relacionamento, são prontamente averiguadas e solucionadas.

No entanto, as ferramentas não foram suficientes para a cantora Angel, moradora da Barra do Ceará, identificar o paradeiro da segunda via do cartão de crédito, solicitada em julho último. “O banco me ligou dizendo que iam enviar outro cartão. Falaram que eu ia receber até o começo de novembro”. Conforme a artista, a encomenda aparecia como extraviada.

“Me prejudicou (o não recebimento do material) porque nem tudo o que a gente vai comprar é virtual. Tem coisas online, mas eu não consigo utilizar o meu saldo para fazer compra física”, reclama. Angel ainda pontua que há muito não vê a passagem de carteiro na região onde mora.

Além de enfrentar problemas particulares similares aos de Angel, o diretor da Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Nordeste (AABNB), Miguel Nóbrega, lamenta que poucos exemplares dos 6 mil jornais da entidades enviados via estatal tenham chegado aos associados nos últimos 30 dias.

“A gente não sabe o que está sendo feito das correspondências e documentos que chegam nos Correios. O que foi feito com o material represado durante a greve? Qual o encaminhamento desse material?”, questiona Nóbrega. As perguntas foram feitas aos Correios, mas não foram respondidas.

“Isso prejudica nossa comunicação. A gente paga selagem. Os correios recebem os recursos da devida remessa, mas isso não está sendo executado. Já tentei contato, mas não consegui acessar os meios de comunicação, é uma situação difícil”, lamenta o diretor da AABNB.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida22 de outubro de 2020
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2min530

Nesta quarta-feira, 21, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinou que as brigadas de incêndio interrompam suas atividades a partir desta quinta-feira. A determinação veio por meio de um ofício, no qual o órgão alegava “indisponibilidade de recursos para fechar o mês de outubro”.

A decisão é tomada em meio aos altos índices de queimadas sofridos na região do Pantanal e na Floresta Amazônica, ameaçando fauna e flora. Os principais fatores colocados como culpados são o clima seco, o aumento do agronegócio, e as queimadas ilegais, razões que podem ser agravadas em caso de ausência de recursos governamentais. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), somente em setembro de 2020, 14% do bioma foram desmatados por conta das queimadas, sendo 30% somente em 2020.

Em nota, o Ibama ainda colocou que “para a manutenção de suas atividades, tem recorrido a créditos especiais, fundos e emendas. Mesmo assim, já contabiliza 19 milhões [de reais] de pagamentos atrasados”.

O vice-presidente Hamiltom Mourão, responsável pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal, que avalia o combate aos incêndios nas florestas, afirmou: “Vamos esclarecer a situação. O ministro não me informou nada. Tenho que conversar com ele pra saber o que está acontecendo”.

Meio ambiente, governo, recurso, queimadas, Amazônia e pantanal. 

 

Atitude Notícias


Mário Almeida22 de outubro de 2020
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2min650

Os Correios e o Ministério da Educação iniciaram hoje (22) operações logísticas para a distribuição de livros e materiais paradidáticos do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Ao todo, serão entregues 197 milhões de livros em todos os 5.570 municípios do país, o que corresponde a cerca de 80 mil toneladas de carga.

Em solenidade fechada ocorrida no Centro de Distribuição Oeste dos Correios, em Brasília, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, destacou o papel dos livros “com conteúdo sério” para mudar a educação no país. “Esses livros certamente nos ajudarão a compor esse objetivo”, disse ele por meio de nota divulgada pelos Correios após o evento.

Os Correios participam do Programa Nacional do Livro Didático desde 1994. No ciclo 2019/2020, a empresa entregou mais de 90 mil toneladas de carga para 140 mil escolas.

Fonte: O Povo

Mário Almeida21 de outubro de 2020
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2min140

Um dos voluntários brasileiros que participava dos testes da vacina de Oxford morreu devido a complicações da Covid-19. Conforme portal G1, a informação foi divulgada nesta quarta-feira, 21, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que disse ter sido notificada sobre a ocorrência há cerca de dois dias.

Segundo o comunicado, a vítima era um médico que residia no Rio de Janeiro e tinha 28 anos. Não foi informado, contudo, se o voluntário estava sendo tratado com o imunizante ou se havia recebido o placebo.

A vacina é atualmente uma das promissoras na luta contra a doença e, no Brasil, está sendo desenvolvida mediante parceria entre a o laboratório AstraZeneca e a Universidade de Oxford. Em julho deste ano, teve início a fase três do estudo, que verifica a eficácia do imunizante por meio do “monitoramento de voluntários”.

Apesar do ocorrido, o comitê que acompanha o caso sugeriu que os estudos tivessem continuidade. No entanto, de acordo com reportagem, a Anvisa afirmou que o processo está sendo analisado.

Fonte: O Povo

Mário Almeida21 de outubro de 2020
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4min1680

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em sua página no Facebook nesta quarta-feira (21), que o Brasil não irá comprar “a vacina da China”.

A afirmação foi feita em resposta a uma seguidora na rede social que pediu a exoneração do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “Bom dia presidente. Exonera Pazuelo urgente, ele está sendo cabo eleitoral do Doria. Ministro traíra”, escreveu a seguidora.

Na terça-feira (20), o Ministério da Saúde havia anunciado a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. A empresa tem um acordo com o governo de São Paulo para fornecimento da vacina pronta e, também, para a transferência da tecnologia de produção para o Instituto Butantan. 

“Tudo será esclarecido ainda hoje. Não compraremos a vacina da China”, disse o presidente.

 Bolsonaro teria se irritado com o anúncio do acordopor Pazuello e desautorizou o ministro. Fontes do governo avaliam que o chefe da Saúde não teve “malícia política” e deixou Doria “capitalizar” o anúncio.

O acordo do Butantan com a Sinovac prevê o fornecimento das mesmas 46 milhões de doses compradas pelo governo federal. Dessas, segundo o instituto, 6 milhões virão prontas da China e 40 milhões serão finalizadas no Brasil. Não está claro a quais doses Bolsonaro se refere ao dizer que não comprará vacina da China.

Na manhã desta quarta o presidente mandou mensagem a ministros dizendo que não compraria “vacina da China”, informou um site. 

Segundo uma postagem feita também na manhã desta quarta, no Twitter,  pelo deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), apoiador de Bolsonaro, o presidente disse a uma outra apoiadora que o governo não compraria “a vacina chinesa” – como é conhecida a Coronavac. Essa segunda postagem não está disponível no Facebook do presidente.

Fonte: G1.com


Mário Almeida20 de outubro de 2020
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5min910

Flagrado pela Polícia Federal com R$ 33 mil na cueca, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) protocolou nesta terça-feira (20) na Mesa Diretora do Senado o pedido de afastamento do mandato por 90 dias. Como o afastamento é inferior a 120 dias, o suplente do senador, que é filho dele, não assumirá o mandato.

Chico Rodrigues foi flagrado com R$ 33 mil na cueca na semana passada. O dinheiro foi encontrado durante uma operação que cumpriu mandados de busca e apreensão na casa do parlamentar.

A operação apura suposto esquema de desvio de recursos públicos em Roraima. Rodrigues nega as acusações e afirma que o dinheiro serviria para pagar funcionários.

Após a operação da semana passada, partidos políticos protocolaram uma representação no Conselho de Ética no Senado com o objetivo de cassar o mandato de Chico Rodrigues.

Aliados do senador, contudo, passaram esta segunda-feira (19) costurando um acordo para que Chico Rodrigues se licenciasse. O próprio presidente do Conselho de Ética, Jayme Campos (DEM-MT), sugeriu que o senador se licenciasse por 121 dias.

Segundo o blog apurou, Chico Rodrigues ouviu em conversas reservadas com políticos aliados que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve ratificar, na sessão desta quarta-feira (21), a decisão do ministro Barroso, que afastou Rodrigues do mandato.

A avaliação feita foi que, após a decisão do plenário, “ficará difícil” para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), comprar a briga com o STF e colocar em votação a análise da decisão de toda a corte.

Motivo: enquanto a decisão é monocrática, ou seja, do ministro Barroso, senadores avaliam que a decisão — se submetida ao plenário do Senado — pode ser derrubada. Mas não quando a decisão for ratificada pela maioria do STF.

Questionado sobre a manutenção do julgamento nesta quarta, Barroso respondeu por meio da assessoria que analisará o caso se e quando for informado oficialmente da licença do senador Chico Rodrigues.

Fonte: G1.com


Wesley Martins19 de outubro de 2020
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Além de reduzir o saldo devedor, o mutuário pode até quitar totalmente o débito, caso tenha saldo suficiente na conta do FGTS

 

O mutuário de financiamentos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) pode encontrar uma maneira de reduzir o valor da parcela ou o prazo do crédito por meio de uma ferramenta acessível pelo celular. É possível usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar o saldo devedor da operação de crédito.

Além de reduzir o saldo devedor, o mutuário pode até quitar totalmente o débito, caso tenha saldo suficiente na conta do FGTS. O serviço está disponível no aplicativo Habitação Caixa, da Caixa Econômica Federal, e na página do banco na internet.

A amortização também está disponível por telefone. Basta o mutuário lugar para 3004-1105 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-726-0505 (demais cidades) e digitar a opção 7. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.

Segundo a Caixa, o cliente pode pedir a amortização do saldo devedor dos financiamentos habitacionais quantas vezes desejar. No entanto, é necessário esperar pelo menos dois anos para repetir a operação no mesmo financiamento.

No caso de um casal que tenha assinado o financiamento, a contagem de tempo é separada para o titular e o coobrigado do contrato. Se o titular usou seu FGTS para reduzir o valor das parcelas há menos de dois anos, o coobrigado pode usar o saldo de suas contas no fundo para nova amortização ou liquidação, desde que atenda aos demais requisitos para a modalidade.

Além dos financiamentos do SFH, o FGTS pode ser usado para amortizar o saldo devedor de autofinanciamentos com as cooperativas habitacionais e o Sistema de Consórcio (SCONS) e em programas governamentais destinados à moradia própria do trabalhador, em âmbito federal, estadual ou municipal.

Consulta

Antes de recorrer à amortização, o cliente deve consultar o saldo nas contas do FGTS. Isso pode ser feito no aplicativo FGTS, da Caixa, ou pela internet.

Caso recorra ao site da Caixa, o usuário deve digitar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), do Número de Inscrição Social (NIS) ou o e-mail cadastrado e, em seguida, a senha.

Caso a tenha perdido, o cliente pode pedir uma nova senha. Se nunca tiver acessado a página, o trabalhador pode cadastrar uma senha, mas precisará informar o número do título de eleitor.

 

FONTE:DN


Mário Almeida13 de outubro de 2020
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Um jovem de 20 anos natural de Cruz, Litoral Oeste do Ceará, desapareceu no fim da tarde desta segunda-feira (12), após cair de um barco na cidade de Afuá, na Ilha de Marajó, no Pará. Vitor Manoel do Nascimento é vendedor de salgados e saiu da cidade natal com um amigo em 4 de outubro para visitar o Pará, com volta prevista ao Ceará nesta segunda.

A Secretaria de Inteligência e Análise Criminal (Siac) do Pará informou, por meio de nota, que Nascimento se desequilibrou ao desembarcar e caiu entre a embarcação e o trapiche, batendo a cabeça. Ainda segundo o órgão, a unidade especializada aguarda o resultado das buscas pelo rapaz.

Retorno para casa

 

De acordo com o irmão dele, Gustavo Keirryson Andrade, o acidente aconteceu por volta das 18h quando Nascimento retirava a bagagem de um barco e se desequilibrou, caindo dentro do rio. Ele bateu a cabeça em um tronco e sumiu. Ainda segundo o irmão, o sonho dele era conhecer o Pará, especialmente, a Ilha de Marajó.

“O que nós sabemos é que o meu irmão se desequilibrou e caiu dentro d’água e bateu com a cabeça em algo. E ninguém o achou. Ele foi para conhecer o lugar. Era o sonho dele”, disse. O irmão reforça que nenhum familiar foi até Afuá e espera um retorno da polícia.

Fonte: G1/CE


Mário Almeida10 de outubro de 2020
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A Petrobras anunciou aos seus clientes um reajuste médio de 4% (R$ 0,07) da gasolina e de 5% (R$ 0,08) do óleo diesel em suas refinarias, a partir deste sábado, 10. Com essa alta, o litro da gasolina será vendido às distribuidoras a R$ 1,82, em média, e o do diesel a R$ 1,76.

Em comunicado, a Petrobras informa que, de janeiro até este último reajuste, a gasolina acumula queda no mercado interno de 5,3% e o diesel, de 24,3%. Em julho e agosto, o preço médio da gasolina na produção correspondeu a cerca de 30% do preço cobrado nos postos revendedores de combustíveis. No caso do óleo diesel, a participação foi de 49%.

“Os preços praticados pela Petrobras, e suas variações para mais ou para menos associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio, têm influência bastante limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais. O preço do diesel e da gasolina vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras”, afirmou a empresa.

A petrolífera destaca que, até chegar ao consumidor final, são acrescidos aos valores de refinaria tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis. “Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis”, acrescenta.

 

Preço inferior à média global

 

A Petrobras, no comunicado, ainda ressalta pesquisa da Globalpetrolprices.com realizada em 127 países, que aponta que o preço médio do diesel ao consumidor final no Brasil está 32% inferior à média global e ocupa a 24ª posição do ranking sendo, portanto, inferior aos preços observados em 103 países.

De acordo com a pesquisa, para a gasolina, o preço final no Brasil está 23% inferior à média global e ocupa a 31ª posição do ranking, ou seja, inferior a 96 países. Nos dois casos, os preços médios no Brasil estão abaixo dos preços registrados no Reino Unido, Canadá, China, Chile e Alemanha.

 

Fonte: Diário do Nordeste



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