Arquivos Brasil - FM Atitude

Mário Almeida17 de abril de 2021
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2min490

O Toyota Etios sairá de linha em breve no Brasil. As últimas unidades serão comercializadas até o fim deste mês de abril em todo o território nacional.

Lançado em 2012, o Etios, nas versões hatch e sedã, chegou a ser o carro mais vendido da fabricante há quatro anos. Desde então, a Toyota do Brasil produziu cerca de 620 mil modelos Etios em todo País, nas versões hatch e sedã.

Os preços da linha 2021 do Etios partiam de R$ 55.390 (hatch) e R$ 60.590 (sedã).

Mesmo com o fim das vendas no Brasil, a produção fica mantida para exportação: para Argentina, Peru, Paraguai e Uruguai. Desde 2013, quando o Etios começou a ser exportado, a Toyota comercializou mais de 180 mil unidades do compacto para as países da região.

De acordo com a Toyota, a decisão foi tomada para dar lugar a um novo modelo, o que causará um ajuste no volume de produção da fábrica de Sorocaba (SP).

A Toyota informa que manterá os serviços para toda a gama Etios, como as revisões que constam das manutenções periódicas, por meio de sua rede de concessionárias em todo o Brasil.

O presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, comenta: “Temos o compromisso de fortalecer continuamente nossas operações, ao mesmo tempo em que há a necessidade de equalizar volumes. Decidimos, estrategicamente, focar a produção para ganhar força de oferta neste novo modelo, mas sem abrir mão da importante missão que o Etios possui na América Latina”.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida17 de abril de 2021
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A Organização das Nações Unidas (ONU) repassará 8 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para o Brasil até maio deste ano. Os imunizantes fazem parte do consórcio Covax Facility, com o qual o País tem um contrato que prevê a compra de 42,5 milhões de doses até o fim de 2021.

A entrega das doses pela ONU foi adiada após apelo de governadores frente aos números expressivos da transmissão do coronavírus em território brasileiro. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PDSB), informou que serão 4 milhões de doses enviadas em abril e outras 4 milhões no mês seguinte.

“Apelamos à ONU para que colabore no sentido de articular internacionalmente para que o Brasil tenha prioridade na entrega de vacinas para que possamos conter o avanço do coronavírus nas diversas regiões do País”, escreveu ele na rede social Twitter.

No início deste mês, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), enviou ofício ao secretário-geral da ONU, António Guterrez, também solicitando priorização do Brasil na entrega das vacinas. Ele classificou o momento atual do País como “dramático”.

“Dados confirmados pela OMS atestam que o Brasil se tornou o epicentro mundial da pandemia de Covid-19, com mais de 12 milhões de casos confirmados e 300 mil óbitos. Assistimos, consternados, a uma preocupante aceleração da curva de contágios”, escreveu Rodrigo.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida15 de abril de 2021
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8min1520

O Governo Federal propôs um salário mínimo de R$ 1.147 para 2022, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) do ano que vem. O texto foi divulgado pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (15), último dia de prazo para o envio da proposta ao Congresso.

O valor é R$ 47 maior que o salário mínimo atual, de R$ 1.100, e representa uma alta de 4,27%— que é a previsão do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano, feita no mês de março.

O número divulgado indica que o governo pretende apenas repor a perda da inflação do período, sem valorização real do salário mínimo.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias estabelece as bases para a aprovação do orçamento do ano seguinte e, por isso, traz previsões dos principais indicadores econômicos. Se a inflação verificada no fim do ano for diferente da previsão, o governo pode rever o valor durante a tramitação do próprio orçamento.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para50 milhões de pessoas no Brasil, das quais 24 milhões de beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Para os anos seguintes, o governo propôs um salário mínimo de R$ 1.188 em 2023 e de R$ 1.229 em 2024. Esses valores são apenas uma referência, e também podem ser alterados posteriormente.

A Constituição determina que o salário mínimo tem de ser corrigido, ao menos, pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Em 2021, porém, o salário mínimo de R$ 1.100 não repôs a inflação do ano passado. A correção aplicada pelo governo foi de 5,26%, mas a inflação medida pelo INPC somou 5,45% no ano passado. Para que não houvesse perda de poder de compra, o valor do salário mínimo deveria ter sido reajustado para R$ 1.101,95 neste ano.

Sem aumento real

 

O valor do salário mínimo proposto pelo governo para o ano que vem tem correção somente pela inflação, ou seja, pela estimativa do governo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC).

Esse formato foi adotado em 2020, quando a área econômica concedeu reajuste somente com base na inflação de 2019. Com isso, o governo mudou a política de aumentos reais (acima da inflação) que vinha sendo implementada nos últimos anos, proposta pela presidente Dilma Rousseff e aprovada pelo Congresso.

A política de reajustes pela inflação e variação do PIB vigorou entre 2011 e 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.

Impacto nas contas públicas

 

O reajuste do salário mínimo também tem impacto nas contas públicas, pois os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o abono salarial não podem ficar abaixo do valor do salário mínimo.

De acordo com cálculos do governo, o aumento de cada R$ 1 no salário mínimo implica despesa extra em 2020 de aproximadamente R$ 315 milhões. Um aumento de R$ 47, portanto, representa uma despesa extra de quase R$ 15 bilhões.

Fonte: G1.com


Mário Almeida14 de abril de 2021
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5min2320

O governo publicou no “Diário Oficial da União” desta quarta-feira (14) um decreto presidencial que inclui a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) no Programa Nacional de Desestatização (PND).

Segundo o governo, a medida visa dar continuidade aos estudos necessários à privatização da empresa. No fim de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto de lei para desestatização da estatal (Correios), em uma tentativa de sinalizar que o governo segue comprometido com a agenda de privatizações.

A privatização dos Correios é uma das prioridades do Ministério da Economia. A estatal acumulou prejuízo de R$ 3,943 bilhões entre 2013 e 2016, mas desde 2017 vem registrando resultados positivos nos balanços anuais.

O governo tem dito que as políticas públicas que são concretizadas por meio das entregas dos Correios, como vacinação e livros didáticos, não serão prejudicadas com a desestatização da empresa.

“A desestatização dos Correios é necessária para que a empresa receba os investimentos que o setor demanda, alcance mais mercados, seja modernizada e contribua para a geração de mais empregos e renda para o país”, afirmou a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier.

Modelo de venda

 

O processo de modelagem da venda da empresa estatal está previsto para ser concluído em agosto de 2021, informou a área econômica, mas o cronograma de implementação do novo modelo dependerá da aprovação de projeto de lei pelo Congresso Nacional.

O processo de desestatização inclui, ainda, a análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a participação da sociedade e do mercado por meio de audiências públicas, acrescentou o Ministério da Economia.

“Por fim, os estudos e o edital serão remetidos para o Tribunal de Contas da União (TCU) para avaliação. Após a aprovação pelo órgão de controle, o edital para a realização do certame poderá ser publicado”, informou o Ministério da Economia.

Fontes da estatal relataram que o setor de encomendas, a parte rentável da empresa, teve demanda 12% maior em 2020 comparado a 2019, mas o setor cresceu 15%. A empresa atribui às amarras burocráticas estatais a dificuldade de competir com concorrentes privados.

Fonte: G1.com


Mário Almeida14 de abril de 2021
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4min1310

A associação Hutukura Associação Yanomami afirmou nesta terça-feira, 13, que há suspeita de que servidores da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), órgão do Ministério da Saúde, têm vacinado garimpeiros contra Covid-19 e, em troca, recebem ouro extraído ilegalmente. O documento assinado por Dário Kopenawa, vice-presidente da associação, indica ao menos dois responsáveis pelo esquema.

Um ofício foi enviado no último dia 8 ao Ministério Público Federal (MPF) e à Sesai. A suspeita iniciou em janeiro, logo após as vacinas começarem a ser aplicadas em Roraima. As autoridades em Boa Vista já foram alertadas sobre o caso para que tomassem providências.

O documento acusa uma técnica em enfermagem, que atuava no pólo base Humuxi, por trocar as vacinas com os invasores da terra indígena. “Nessas regiões é bem comum a troca de materiais por ouro, como remédios, e infelizmente, às vezes esses profissionais acabam se deixando levar”, afirmou Kopenawa. Além disso, a profissional de saúde é acusada de desviar gasolina e um gerador de energia do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y) para os garimpeiros, também em troca de ouro.

Ainda, uma servidora é suspeita de desviar medicamentos destinados aos indígenas para tratar garimpeiros à noite, na região do Uxiu. O caso foi relatado por uma liderança indígena em uma reunião com o secretário da Sesai e o coordenador do Dsei-Y.

De acordo com o ofício, é comum a queixa dos Yanomami de que o materiais e medicamentos destinados à saúde indígena estão sendo desviados para atendimento aos garimpeiros. “É inadmissível que, em meio à insistente piora nos índices de saúde das comunidades indígenas da Terra Indígena Yanomami e em plena pandemia da Covid-19, o órgão responsável pelo atendimento da saúde indígena tenha seus recursos desviados para atendimento de não indígenas que trabalham no garimpo ilegal”, diz outro trecho do oficio.

A Terra Yanomami é a maior reserva indígena do Brasil e se localiza entre os estados de Roraima e Amazonas, e em boa parte da fronteira com a Venezuela. Mais de 26,7 mil índios habitam a região em cerca de 360 aldeias. A estimativa é que ao menos 20 mil garimpeiros atuam ilegalmente no território. Por conta da presença de garimpeiros na região, os casos de Covid-19 entre indígenas avançaram 250%, entre agosto e outubro de 2020.

Fonte: O Povo

Mário Almeida12 de abril de 2021
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1min2050

Um homem faz a funcionária da companhia aérea GOL de refém na noite desse domingo, 11. O caso aconteceu no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Passageiros e funcionários que estavam no terminal de voo gravaram a cena. O homem se identifica como policial militar do estado do Paraná.

Segundo as imagens dos vídeos, ele ameaçou a funcionária com uma caneta em seu pescoço. Após os minutos de tensão, o homem foi preso e a mulher que estava sendo ameaçada foi libertada sem ferimentos.

Durante o episódio, o homem exigia que as pessoas presentes chamassem a Polícia Federal, fizessem imagens de sua atuação, além de transmissão ao vivo nas redes sociais dos passageiros e que as imagens fossem mandadas para a imprensa nacional.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida12 de abril de 2021
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4min2070

Começa a valer hoje, 12, as alterações realizadas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sancionadas em outubro do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Uma das mudanças é que passa de 7 para 10 anos a idade mínima para o transporte de crianças em motocicletas, motonetas ou ciclomotores. No Ceará, em 2020, 191 indenizações foram pagas considerando mortes e invalidez por acidentes com motocicletas entre crianças. 

As alterações do CTB surgem em meio a um número ainda preocupante envolvendo casos de acidentes de trânsito e indenizações registrado pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) no País. A instituição era representada até o fim de 2020 pela Seguradora Líder.

De acordo com informações, considerando as idades entre zero e sete anos, em todo o País, no ano de 2020, o DPVAT indenizou 823 casos por invalidez permanente e 121 casos de morte por acidente com motocicletas. No Ceará, foram 191 indenizações com este perfil.

Já nos anos de 2018 e 2019, considerando essas mesmas categorias, foram registrados 230 e 224 casos, respectivamente. Apontando a queda nos acidentes contabilizados pela Seguradora no Estado.

Os dados exibem ainda que a motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações em 2020, em relação aos automóveis, ônibus/micro ônibus e vans, ciclomotor, caminhões e pick-ups. Em todo o Brasil, apesar de representar apenas 29% da frota nacional, os acidentes com os veículos de duas rodas concentraram 79% das indenizações. Das restituições pagas no ano passado para acidentes com motocicletas, 71% foram para invalidez permanente e 7% para morte.

 

Transporte de crianças em carros

 

Para transportes feitos por meio de os carros, as alterações na lei determinam o uso obrigatório de equipamentos de retenção para crianças, conhecidos como cadeirinhas, para crianças menores de dez anos que não tenham atingido 1,45m. Essas crianças devem ocupar o banco traseiro e utilizar equipamento de retenção adequado. A mudança está na determinação da altura da criança, pois era levado em consideração apenas a idade igual ou superior a dez anos.

 

Sobre o Seguro 

 

O DPVAT, Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, foi criado pela Lei n° 6.194 em 1974, com a finalidade de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa do acidente.

Atualmente, a gestão dos recursos do DPVAT está sob administração da Caixa Econômica Federal. Pedidos relacionados a acidentes com vítimas ocorridos a partir de 1º de janeiro deste ano poderão ser requeridos, de forma gratuita, diretamente em qualquer agência da Caixa.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida10 de abril de 2021
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Em sua primeira noite na cadeia após a prisão por suspeita de envolvimento na morte do filho, a professora Monique Almeida Medeiros, mãe de Henry Borel, de 4 anos, chorou por toda a noite. Ela ficará isolada em uma cela por 14 dias.

Na quarta-feira (7), a juíza Elizabeth Louro, do 2º Tribunal do Júri decretou a prisão, por 30 dias, de Monique e do vereador Dr. Jairinho, suspeitos de assassinato do menino Henry.

Na quinta-feira (8) pela manhã, o casal foi preso em uma casa em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Mais tarde, passariam a primeira noite presos, em cadeias diferentes.

Monique faz uso de remédios controlados. Mesmo assim, passou a madrugada muito nervosa e chorando boa parte do período.

Diferente da chegada ao presídio em Niterói, quando aparentava tranquilidade, Monique não resistiu e caiu no choro.

Após receber um pacote com sandálias, camisa, calça, toalha e kit higiene, a mãe de Henry foi encaminhada à cela onde passou a noite.

Monique pode ficar mais tempo afastada de outras detentas, além do isolamento em uma cela pela quarentena que precisa fazer por causa da Covid. O motivo é que ela corre risco de ser agredida pelas outras presas.

Em sua primeira noite, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, o parceiro da mãe de Henry, Dr. Jairinho também chorou e aparentava muito nervosismo.

Durante o dia, ele chegou a ser levado à uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no interior do complexo. A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) não informou o estado de saúde de Jairinho.

Ele passará esses primeiros 14 dias preso em isolamento por causa da Covid.

Fonte: G1.com

Mário Almeida8 de abril de 2021
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8min170

Ao todo, foram realizadas 25 reuniões de negociação entre a empresa e a entidade de trabalhadores

Ford
Legenda: A proposta foi aprovada com 336 votos favoráveis, o equivalente a 55,33% do total, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté
Foto: Shutterstock

Os trabalhadores da Ford em Taubaté (SP) aprovaram na terça-feira (6) a proposta apresentada pela empresa de um plano de indenizações aos funcionários. A montadora anunciou no início de janeiro o encerramento de sua produção em todas as fábricas no Brasil.

O plano prevê três programas de demissão incentivada para atender empregados mensalistas, horistas e também aqueles que estejam afastados por acidente ou doença relacionada ao trabalho.

A proposta foi aprovada com 336 votos favoráveis, o equivalente a 55,33% do total, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté. Ao todo, foram realizadas 25 reuniões de negociação entre a empresa e a entidade de trabalhadores. A planta no interior de São Paulo tem cerca de 830 empregados diretos.

COMO DEVE FUNCIONAR A PROPOSTA APROVADA?

Para os funcionários horistas, a Ford vai pagar dois salários adicionais por ano de trabalho. No caso dos mensalistas, o valor será equivalente a um salário adicional. Para ambos, a proposta da montadora prevê que o valor mínimo será de R$ 130 mil e prevalecerá o que for maior.

Os funcionários horistas afastados pelo INSS também receberão o equivalente a dois salários adicionais por ano de trabalho e mais um bonificação por tempo de serviço. Ela vai variar de R$ 150 mil, para quem tem mais de 21 anos de Ford, a R$ 300 mil, para quem tem menos de 11 anos.

A aprovação do acordo não obriga os funcionários a aceitarem o plano de demissão.

Quem decidir não aderir, será demitido e receberá uma indenização equivalente aos salários a que teria direito até dezembro de 2021, quando terminaria a garantia provisória de emprego fechada na convenção coletiva da categoria. Esses trabalhadores receberão apenas essa indenização e as demais verbas rescisórias.

Em Taubaté, a fábrica de motores e transmissões ficou parada até o dia 22 de março, quando os turnos foram retomados para a produção de peças de reposição.

CRONOGRAMA DE DESATIVAÇÃO DO MAQUINÁRIO

O acordo aprovado na terça prevê também um cronograma de produção e desativação do maquinário. Segundo o sindicato, esse calendário ainda poderá mudar, de acordo com a necessidade da empresa -e isso exigirá nova negociação com o sindicato.

O cronograma prevê que, entre esta semana e a próxima, sejam produzidas as últimas peças necessárias ao estoque da empresa. Ainda neste mês deve ser iniciado o decomissionamento e desligamento dos equipamentos dos três setores da fábrica: motores, transmissões e fundição.

A previsão incluída no acordo é que as atividades sejam concluídas no fim de julho, com funcionários trabalhando no primeiro turno. O pessoal que cuidará do encerramento da fábrica começará a ser desligado em agosto, no caso dos horistas, e entre abril e outubro, os mensalistas.

Nos próximos dias, a Ford deverá definir o cronograma de adesões aos planos de demissões, bem como as datas para as rescisões.

PROGRAMA DE RECOLOCAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO

O acordo inclui também um programa de apoio e qualificação. O Sindicato dos Metalúrgicos receberá R$ 700 por trabalhador horista para a administração de um programa de recolocação no mercado de trabalho.

plano de saúde dos trabalhadores da fábrica também será mantido até a data de desligamento. No acordo aprovado na terça, a empresa diz que está “enviando esforços para tentar encontrar alternativas de planos individuais” para os demissionários.

Além da fábrica de Taubaté, a Ford também fechou a produção em Camaçari (BA), onde produzia os modelos Ka e Ecosport, e vai encerrar a de Horizonte (CE), unidade em que produz o utilitário Troller T4.

No início de 2020, a empresa tinha 8.000 funcionários no Brasil. Um ano depois, eram 6.171 contratados. Quando anunciou o fechamento das fábricas, previa demissão de 5.000 trabalhadores no Brasil e na Argentina, sem dar detalhes.

Na fábrica do interior de São Paulo, o fechamento não chegou a ser uma surpresa. O nível de produção da planta vinha caindo e o número de funcionários encolheu.

Para muitos, o encerramento da linha de caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, era o alerta de que a indústria automobilística ia mal no país.

FONTE:DN


Mário Almeida7 de abril de 2021
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Um adolescente de 13 anos incendiou a própria casa no município de Goianésia, na região central do estado de Goiás, porque a mãe não permitiu que ele jogasse no celular, de acordo com a Polícia Militar. Quando a equipe chegou ao local, o menino ainda tentou tomar a arma de um policial e precisou ser contido à força. As informações são do portal Metrópoles.

O caso ocorreu no último domingo, 4, e terminou com a sala da casa destruída pelas chamas. O fogo destruiu alguns móveis, como o sofá, e chegou a queimar parte do forro até ser contido pelo Corpo de Bombeiros, que impediu que o incêndio consumisse outras partes da moradia.

Conforme relato da mãe, ela havia se negado a emprestar o celular para o garoto de jogar, no que o adolescente, munido de fósforos e álcool, pôs fogo no compartimento. No boletim de ocorrência, os militares relataram que durante todo o episódio o adolescente apresentou um comportamento agressivo. Ele teria dado socos e chutes nos policiais, que terminaram por algemar o jovem.

Diante da circunstância, o Conselho Tutelar foi chamado para acompanhar o caso. Após ser contido, o jovem foi levado para delegacia, onde foi registrado o boletim, e na sequência foi liberado.

Em entrevista ao portal Metrópoles, a delegada de Polícia Civil Ana Carolina Pedrotti contou que a mãe do menino, apesar de ter relatado outras ocasiões em que ele apresentou comportamento agressivo, atribuiu a situação a “revoltas normais da idade”.

“Ela fala que ele é adolescente normal, mas há um ou dois meses tem ficado agressivo por causa do uso excessivo do celular”, disse a delegada. Conforme Pedrotii, o adolescente deve responder por ato infracional análogo ao crime de incêndio.

 

Fonte: O Povo



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