Arquivos Mundo - FM Atitude

Mário Almeida23 de janeiro de 2021
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O Papa Francisco agradeceu neste sábado (23) aos profissionais de comunicação pela coragem e determinação de mostrar os abusos e injustiças contra os pobres e de retratar as numerosas realidades do planeta nestes tempos de pandemia.

Intitulada “Vem e verás”, a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial das Comunicações Sociais deste ano reflete sobre princípios do jornalismo. Extraído do Evangelho de João, o tema tem como subtítulo “Comunicar encontrando as pessoas onde estão e como são”.

“O próprio jornalismo, como exposição da realidade, requer a capacidade de ir aonde mais ninguém vai: mover-se com desejo de ver. Uma curiosidade, uma abertura, uma paixão. Temos que agradecer à coragem e determinação de tantos profissionais (jornalistas, operadores de câmara, editores, cineastas que trabalham muitas vezes sob grandes riscos), se hoje conhecemos, por exemplo, a difícil condição das minorias perseguidas em várias partes do mundo, se muitos abusos e injustiças contra os pobres e contra a criação foram denunciados, se muitas guerras esquecidas foram noticiadas. Seria uma perda não só para a informação, mas também para toda a sociedade e para a democracia, se faltassem estas vozes: um empobrecimento para a nossa humanidade”, afirma o Papa.

Segundo ele, há o risco de narrar a pandemia ou qualquer outra crise só com os olhos do mundo mais rico, como na questão das vacinas e dos cuidados médicos em geral, com a exclusão dos menos favorecidos.

“Quem nos contará a expectativa de cura nas aldeias mais pobres da Ásia, América Latina e África? Deste modo, as diferenças sociais e económicas a nível planetário correm o risco de marcar a ordem da distribuição das vacinas anti-Covid, com os pobres sempre em último lugar”, disse o pontífice, alertando para que a distribuição das vacinas anti-Covid não obedeça a uma lógica de lucro.

O pontífice afirma que “vem e verás” foi a forma como a fé cristã se comunicou, começando pelos primeiros encontros nas margens do rio Jordão e do lago da Galileia. Aos primeiros discípulos que o quiseram conhecer, depois do seu batismo no Rio Jordão, Jesus respondeu: “Vinde e vereis”. Segundo o Papa, a fé cristã começa desta forma e assim é comunicada: “com um conhecimento direto, nascido da experiência, e não por ouvir dizer”, algo muito atual em tempos de grupos de Whatsapp.

Segundo Francisco, vir e ver pressupõe dois movimentos. O primeiro deles é sair da presunção cômoda do “já sabido” e mover-se, ir ver, estar com as pessoas, ouvi-las. Isso requer transparência e honestidade intelectual. Mas além do aspecto moral, “ir e ver” se refere a algo básico no jornalismo, isto é, deixar de lado a informação construída nas redações, em frente do computador, para sair à rua, “gastar a sola dos sapatos”, encontrar pessoas para procurar histórias ou verificar informações.

“Se não nos abrirmos ao encontro, permanecemos espectadores externos, apesar das inovações tecnológicas”, afirma.

O Papa advertiu que cada instrumento só é útil e precioso se nos impelir a ir e ver coisas que, de outra forma, não saberíamos, se colocar em rede conhecimentos que, do contrário, não circulariam, se permitir encontros que de outra forma não teriam lugar.

O “vem e verás” é o método mais simples de conhecer uma realidade. Para conhecer, escreve ainda Francisco, é necessário encontrar, permitir que quem está à minha frente fale comigo, deixar que o seu testemunho chegue até mim.

Outro alerta do Papa diz respeito à informação produzida nas redes sociais. Se por um lado pode haver mais velocidade no fluxo da informação, por outro há o risco da sua manipulação. Um risco que chama a todos a uma responsabilidade “pela comunicação que fazemos, pelas informações que damos, pelo controlo que podemos juntamente exercer sobre as notícias falsas, desmascarando-as”.

“Todos estamos chamados a ser testemunhas da verdade: a ir, ver e partilhar”, afirmou o pontífice.

Fonte: G1/CE

Mário Almeida22 de janeiro de 2021
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4min1260

Portugal registrou recorde de mortes por Covid-19 pelo quinto dia seguido e passou de 600 mil infectados nesta sexta-feira (22), segundo números oficiais do governo.

Foram 234 novos óbitos e 13.987 casos confirmados nas últimas 24 horas, o que elevou o total de vítimas para 9.920 e o de infectados para 609.136.

O país registrou mais de mil mortes desde segunda, mais de 10% do total de vítimas de toda a pandemia.

Na “primeira onda” da pandemia, entre março e abril, o recorde de óbitos em 24 horas foi de 37 vidas perdidas.

 

Escolas fechadas

 

 

O país de 10,3 milhões de habitantes já está sob lockdown desde a semana passada, e o governo português decidiu fechar todas as escolas do país a partir de desta sexta-feira, por 15 dias.

O primeiro-ministro português, António Costa, culpa a nova variante do coronavírus descoberta no Reino Unido para a explosão de casos e mortes.

“Em uma semana a nova variante se espalhou rapidamente”, afirmou o premiê em uma coletiva de imprensa. “Esta nova realidade requer novas medidas”.

As cantinas das escolas seguirão abertas para as crianças pobres e os pais de filhos menores de 12 anos receberão autorização para faltar no trabalho e receberão o equivalente a 66% do salário no período.

A Igreja Católica anunciou na quinta-feira (21) a suspensão de todas as cerimônias religiosas no país devido “à extrema gravidade” da pandemia.

Fonte: G1/CE


Mário Almeida22 de janeiro de 2021
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2min1840

Um terremoto com grau 7 de magnitude registrado no mar das Filipinas nesta quinta-feira, 21, a 219 quilômetros da cidade de Pundaguitan. A vibração assustou moradores da província de Davao del Norte. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o epicentro do terremoto teve uma profundidade de 116 quilômetros. Devido à sua intensidade, o sismo foi sentido por outras ilhas próximas, como a Indonésia.

Habitantes das Filipinas publicaram fotos dos danos causados pelo terremoto nas redes sociais. As autoridades do país informam que não existe nenhum risco de um tsunami, apesar da força do sismo. Apesar de o abalo ter prejudicado diversas construções, ainda não há informações sobre vítimas até o momento.

Com mais de 100 milhões de habitantes, a ilha asiática fica em uma região conhecida como “Anel de Fogo do Pacífico”, onde é registrada a maioria dos terremotos do ocorridos no mundo.

Fonte: O Povo

Mário Almeida21 de janeiro de 2021
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2min1170

A Casa da Moeda da Itália colocará em circulação uma moeda comemorativa de 2 euros em homenagem aos profissionais da saúde. Trata-se de um agradecimento a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos que estão na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus.

O verso da moeda traz o retrato de um homem e uma mulher, usando aparatos médicos e máscaras. É grafada também a palavra “Grazie”, que significa obrigado em italiano.

Segundo o Banco Central Europeu, cada país da zona do euro pode emitir duas moedas comemorativas de 2 euros por ano. A face de valor continua padrão, mas está permitido no verso um desenho festivo. Apenas as moedas desse valor podem ser personalizadas.

“A maioria comemora o aniversário de acontecimentos históricos ou assinala eventos atuais de relevância histórica. A primeira moeda comemorativa de €2 foi emitida pela Grécia, por ocasião dos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004”, diz o BCE.

Fonte: G1.com


Wesley Martins21 de janeiro de 2021
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1min330

O governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a covid-19. As primeiras remessas serão enviadas na sexta-feira para Brasil e Marrocos, disse o secretário de Relações Exteriores da Índia,  Harsh Vardhan Shringla, nesta quinta-feira (21) à Reuters.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, compartilhou a informação pelas redes sociais.

As vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford estão sendo fabricadas no Instituto Serum da Índia, o maior produtor mundial de vacinas, que recebeu pedidos de países de todo o mundo.

O governo indiano suspendeu a exportação de doses até iniciar seu próprio programa de imunização no fim de semana passado. No início desta semana, a Índia enviou suprimentos gratuitos para países vizinhos, incluindo Butão, Maldivas, Bangladesh e Nepal.

FONTE: Agência Brasil


Mário Almeida21 de janeiro de 2021
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2min1550

Um incêndio atinge, nesta quinta-feira (21), o Serum Institute of India (SII), maior fabricante mundial de vacinas, conforme informações da imprensa indiana. O local fica na cidade de Pune e é responsável pela produção do imunizante contra a Covid-19 da Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca. As doses e a fabricação das vacinas contra o novo coronavírus não foram afetadas, informaram as autoridades. 

Cerca de 10 agentes dos bombeiros estão no local para controlar as chamas. Os canais de televisão do país exibiam imagens de uma enorme nuvem de fumaça cinza sobre as instalações do Serum Institute of India.

De acordo com os funcionários, em entrevista à agência internacional de notícias ANI, o fogo começou no portão do Terminal 1 e continua a ocorrer no quarto e quintos andares do edifício SEZ3 dentro do Terminal 1. O local onde o incêndio começou é um prédio em construção no SII.  

 

Fonte: G1.com


Wesley Martins20 de janeiro de 2021
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1min280

O médico e microbiologista francês Didier Raoult, autor de um estudo sobre o uso de hidroxicloroquina no tratamento de Covid-19 que ganhou atenção mundial no início da pandemia, reconheceu erros em sua pesquisa inicial. O posicionamento foi em resposta a críticas feitas por médicos de três instituições dos Estados Unidos.

Em uma carta publicada em 4 de janeiro no International Journal of Antimicrobial Agents, a mesma revista que publicou o artigo original, a equipe corrige seus dados e admite que não houve comprovação de “100% de cura”, como divulgaram anteriormente. Pesquisadores reanalisaram os dados dos 42 pacientes inscritos e, além da depuração viral ao longo do tempo, consideraram os desfechos clínicos.

Apesar de reconhecer os erros do estudo inicial, a equipe de Raoult refuta na carta a alegação de que a literatura recente não apoia o uso da hidroxicloroquina em pacientes com Covid-19. Afirma ainda que investigou outros 3.119 pacientes após o estudo preliminar e que os novos resultados indicam redução do risco de transferência para UTI ou morte.

FONTE: O Povo


Wesley Martins20 de janeiro de 2021
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1min270

Uma iniciativa inusitada foi criada pelas autoridades da ilha de Bali, na Indonésia, para reforçar a necessidade do uso de máscara a fim de evitar a transmissão do coronavírus. Estrangeiros que não usam o item de proteção, ou o colocam de maneira errada, precisam “pagar” flexões de braço.

A punição oficial é de 100 mil rúpias, algo em torno de R$ 37. Mais de 70 pessoas já tiveram de pagar a multa, aqueles que informam estar sem recursos são encaminhados para as flexões. Pessoas sem máscara precisam fazer 50 repetições e quem usa o item de forma errada, com o nariz para fora, por exemplo, deve cumprir 15.

A ilha está fechada para estrangeiros desde abril de 2020 e foi bastante afetada pela pandemia. Porém, há pessoas de outros países que moram em Bali ou chegam de outras nações do Sudeste Asiático.

FONTE: Metrópoles


Wesley Martins20 de janeiro de 2021
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2min230

A China está enfrentando o pior surto de covid-19 desde março de 2020, com uma província registrando aumento diário recorde de casos, ao mesmo tempo em que um painel independente, que analisa a pandemia global, disse que a China poderia ter feito mais para conter o surto inicial.

A China registrou hoje mais de 100 novos casos de covid-19 pelo sétimo dia. Foram 118 novos casos nessa segunda-feira, contra 109 no dia anterior, informou a autoridade nacional de saúde em  comunicado.

Desses, 106 foram infecções locais, com 43 relatadas em Jilin, um novo recorde diário para a província do Nordeste, e 35 na província de Hebei, que circunda Pequim, segundo a Comissão Nacional de Saúde.

A própria capital chinesa relatou um novo caso, enquanto Heilongjiang, no Norte, teve 27 novas infecções.

Dezenas de milhões de pessoas estão em lockdown, enquanto algumas cidades do Norte passam por testes em massa, diante do temor de que infecções não detectadas possam se espalhar rapidamente durante o feriado do Ano Novo Lunar, daqui a algumas semanas.

FONTE: Agência Brasil


Wesley Martins20 de janeiro de 2021
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1min270

A Índia começará a exportar vacinas contra a Covid-19 nesta quarta-feira (20) para seis países, informou o ministério das Relações Exteriores do país. Os destinos das doses serão Butão, Maldivas, Bangladesh, Nepal, Mianmar e Ilhas Seychelles. O Brasil ficou fora da lista.

A Índia recebeu pedidos de dezenas de países, incluindo apelos urgentes do Brasil, para iniciar as exportações da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceira com a farmacêutica Astrazeneca. As doses são produzidas pelo Instituto Serum, maior produtor mundial de vacinas.

FONTE: Diário do Nordeste



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