Arquivos Mundo - FM Atitude

Mário Almeida26 de outubro de 2020
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7min580

Na área rural onde mora, na Índia, Kushal Konwar Sarma é conhecido afetuosamente como “o médico dos elefantes”.

“Sou mais feliz quando estou cercado de elefantes”, afirma Sarma, que é veterinário e chefe do Departamento de Cirurgia e Radiologia do Colégio de Ciências Veterinárias em Assam, na Índia.

Ele passou seus últimos 35 anos cuidando desses animais — e salvando as vidas de milhares delas nas florestas da Índia e da Indonésia.

“A quantidade de tempo que passei com elefantes é maior do que a que passei com a minha família.”

Sarma, 60, cresceu em uma aldeia chamada Barma, no nordeste da Índia, em uma região que abriga 5 mil dos mais de 27 mil elefantes do país, segundo o levantamento mais recente, de 2017.

O veterinário afirma ter aprendido a “linguagem” dos elefantes.

“Além de alimentá-los, me comunico com eles por meio de sinais”, ele conta, acrescentando que a maioria dos animais com os quais se relaciona já o reconhece.

Neste ano, o médico recebeu uma das maiores honrarias civis da Índia, o prêmio Padma Shri. Segundo suas próprias estimativas, ele já tratou mais de 10 mil elefantes.

O começo

 

A proximidade profissional com os animais começou em 1984, quando Sarma pela primeira vez tratou um animal doente sob a tutela de seu mentor, o professor Subhash Chandra Pathak.

“Lembro a primeira vez em que fui com ele ao Parque Nacional Manas para cuidar dos elefantes. Eu estava tão animado”, conta.

Mas a conexão com os elefantes vem desde antes, em sua infância, quando a família de Sarma tomou conta, em sua propriedade, de uma elefante fêmea chamada Laxmi.

“Quando eu tinha sete anos, sentava na Laxmi e passeava pela aldeia – é uma de minhas memórias mais vívidas dela. Foi quando eu comecei a amar os elefantes.”

Esse laço forjado com os animais moldou sua carreira como médico local, particularmente durante as temporadas de monções. A região costuma ser afetada por grandes enchentes, que colocam os animais em risco.

O Parque Nacional Kaziranga, considerado patrimônio pela Unesco (braço da ONU para cultura), é uma dessas áreas sensíveis a inundações – uma delas, em julho, resultou na morte de 51 animais do parque.

“Os animais sofrem muito durante a temporada de enchentes. Até elefantes são levados pela água”, afirma Sarma, que costuma ajudar as autoridades nos esforços de resgate. “É comum que bebês elefantes sejam separados de suas mães. Nesses casos, precisam de cuidados e ajuda extra.

Mesmo quando não é oficialmente chamado para ajudar, “eu sempre vou, porque quero salvar a maior quantidade possível de animais”, diz.
Fonte: G1.com

Mário Almeida26 de outubro de 2020
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2min970

Existe água na superfície iluminada da Lua, anuncia a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) no início da tarde desta segunda-feira, 26. Até então, cientistas tinham identificado sinais de água apenas nas áreas escuras do satélite. No entanto, as evidências científicas apontaram um cenário bem mais motivador, com ajuda do telescópio Sofia, o maior observatório voador do mundo.

“Isso sugere que a água pode estar distribuída por toda a superfície lunar, e não limitada a áreas escuras e frias”, explica a Nasa. De acordo com o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, os cientistas ainda não sabem se a água pode ser utilizada como recurso. Mesmo assim, ele reforça que aprender sobre a água na Lua é uma peça fundamental nos planos de exploração do programa Artemis.

A água foi observada na cratera Clarius, uma grande cratera localizada no hemisfério sul da Lua e visível da Terra. Uma das possibilidades é que a água pode ter chegado ao satélite por meio de impactos com meteoros. Outra hipótese sugere que ela tenha se formado pela interação entre partículas de energia liberadas pelo Sol.

As próximas observações utilizando o telescópio Sofia irão auxiliar os cientistas a entender como a água na Lua é criada e estocada.

 

Fonte: O Povo


Mário Almeida22 de outubro de 2020
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6min1760

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se manifestou, nesta quinta-feira (22), sobre os comentários do Papa Francisco defendendo uniões civis homossexuais. Segundo a entidade, a fala demonstra “humanidade”, mas “não muda em nada do ponto de vista doutrinal ou dogmático sobre a família”. Segundo a igreja, o matrimônio só pode ocorrer entre homem e mulher.

Os comentários do Papa foram feitos em um documentário e vieram a público na quarta (21). No filme, ele disse que “pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família” e defendeu a criação de leis de união civil para garantir o direito dos casais homoafetivos.

A nota divulgada pela CNBB nesta quinta é assinada pelo bispo Dom Ricardo Hoepers, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da entidade. No texto, ele afirma que “o Papa Francisco mais uma vez demonstra sua serenidade, voltando-se também às questões reais da vida cotidiana. Ele tem uma sensibilidade pastoral tão aguçada que nos impressiona com seu nível de humanidade”.

“A fala em questão trata-se de uma palavra em um documentário e, portanto, o Papa fala com o coração aberto sobre os reais sofrimentos das pessoas de condição homoafetiva. Em uma sociedade que exclui com preconceitos e violência, é uma fala sobre dignidade e, acima de tudo de respeito que devemos ter para com todas as pessoas”, diz a nota.

Na nota, o bispo também diz que o Papa Francisco se tornou “a voz dos que se tornaram invisíveis nas periferias geográficas e existenciais”, e citou que as pessoas LGBT devem ter leis que as protejam.

“No caso das pessoas em condição homoafetiva, muitas delas são abandonadas pelas suas famílias, discriminadas pela sociedade, e à margem dos direitos de ter uma cidadania respeitada. A realidade da discriminação também pode levar à violência e à exclusão social. Portanto, diante desses perigos, o Papa entende que uma lei deve buscar garantir a seguridade que toda pessoa merece ser cidadão de direitos.”

Porém, ao fim do texto, o presidente da Comissão para Vida e Família da CNBB diz que a fala, no contexto do documentário não altera o conceito da igreja católica sobre a família. Segundo a nota, o próprio Papa Francisco reforçou as diretrizes de que o matrimônio deve ser entre homem e mulher.

“O Papa Francisco já realizou dois Sínodos e escreveu uma Exortação Apostólica pós-sinodal chamada Amoris laetitia – sobre a alegria do amor na família. Esse documento afirma que continuamos a caminhar em pleno acordo com a Tradição da Igreja sobre a sacralidade do Matrimônio e sua dignidade no plano de Deus: ‘O matrimônio cristão, reflexo da união entre Cristo e a Igreja, realiza-se plenamente na união entre um homem e uma mulher, que se doam reciprocamente com um amor exclusivo e livre fidelidade, se pertencem até a morte e abrem à transmissão da vida, consagrados pelo sacramento que lhes confere a graça para se constituírem como Igreja doméstica e serem fermento de vida nova para a sociedade (Amoris laetitia, n. 292)'”.

Fonte: G1.com


Mário Almeida20 de outubro de 2020
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5min1140

O governo de Madri avalia a criação de um toque de recolher na capital da Espanha para conter uma segunda onda do coronavírus, disse nesta terça-feira (20) um porta-voz da secretaria de Saúde da região autônoma.

O conselheiro regional, Enrique Ruiz Escudero, disse em entrevista à agência Europa Press que a medida seria parecida com a implantada na França. Na semana passada, o governo de Emmanuel Macron ordenou um toque de recolher em Paris e outras oito cidades francesas das 21h às 6h.

Duas províncias belgas – Luxemburgo e Brabant-Vallon – também decretaram toque de recolher por 15 dias, de 1h às 6h. Todos os deslocamentos não essenciais ficam proibidos nesse horário. A Bélgica registrou um aumento de 79% de novos casos da Covid-19 apenas na última semana.

Madri tem um dos maiores focos ativos do vírus na Europa – com mais de 974 mil casos e 33,9 mil mortes. As autoridades regionais da capital não têm poder de impor este toque de recolher e a medida precisaria ser confirmada pelo governo central do socialista Pedro Sánchez.

Estado de emergência

 

Em 9 de outubro, a Espanha decretou “estado de emergência” de duas semanas para impor um lockdown –ou bloqueio– parcial dentro e nos arredores da capital. Com a decisão, por 15 dias, os moradores de Madri não podem deixar a cidade. O decreto tem validade até a próxima sexta-feira (23).

A Espanha é 6º país do mundo com maior número de casos confirmados da doença, são 974.449, segundo a Universidade Johns Hopkins. Desde setembro, os espanhóis estão vendo a curva de casos subir e os números são maiores do que na “primeira onda”.

2ª onda na Europa

 

Apenas na semana passada, mais de 8 mil pessoas morreram de Covid-19 na Europa. O continente, que já foi apontado como epicentro da pandemia no mundo, voltou a tomar medidas duras para conter um novo avanço da doença.

A Europa registrou mais de 250 mil mortes por complicações do novo coronavírus até este domingo (18), segundo um levantamento feito pela agência de notícias France Presse. O número equivale a um quinto de todas as mortes por Covid-19 no mundo.

A maior parte das mortes está concentrada em cinco países: Reino Unido, Itália, Espanha, França e Rússia.

Fonte: G1.com


Wesley Martins19 de outubro de 2020
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8min1540

A pandemia já causou mais de 1,1 milhão de óbitos

Médico foto criado por freepik – br.freepik.com
O mundo superou 40 milhões de contágios por coronavírus nesta segunda-feira (19) e na Europa, que registra mais de 250.000 mortes e onde a segunda onda de infecções não cede, entraram em vigor novas restrições, que incluem um toque de recolher noturno na Bélgica e a obrigação do uso de máscaras em locais fechados na Suíça.Em todo o planeta foram contabilizados 40.000.234 contágios desde o início da pandemia, segundo um balanço da AFP atualizado na manhã de segunda-feira. Nos últimos sete dias, 2,5 milhões de casos adicionais foram registrados, o maior número semanal desde o início da pandemia.

Mais da metade dos casos foram registrados nos Estados Unidos (8.154.935), na Índia (7.550.273) e no Brasil (5.235.344).

A pandemia provocou mais de 1,1 milhão de mortes. Somente na semana passada, a Europa registrou mais de 8.000 óbitos provocados pela covid-19.

“Não podemos perder tempo”

A partir desta segunda-feira, os cafés e restaurantes da Bélgica permanecerão fechados durante quatro semanas para tentar frear o aumento de contágios. O país, de 11,5 milhões de habitantes, tem 192.000 casos e mais de 10.000 mortes, com uma das maiores taxas de letalidade por covid-19 do planeta: 90 falecidos para cada 100.000 habitantes.

“Não nos sentimos levados em consideração e sinto uma dor no coração (…) Não aguento mais”, disse Angelo Bussi, proprietário de um restaurante em Bruxelas no domingo à noite, quando recebeu os seus últimos clientes. Os fechamentos são acompanhados por um toque de recolher entre meia-noite e 5h00.

Na Suíça, até agora relativamente pouco afetada, as infecções aumentaram 146% na semana passada e a máscara será obrigatória a partir de agora em locais públicos fechados, como aeroportos ou estações ferroviárias. Novas restrições serão aplicadas, como a proibição de reuniões públicas de mais de 15 pessoas.

Itália também anunciou restrições a partir desta segunda-feira em bares e restaurantes, atividades esportivas ou feiras populares, muito frequentes no país.

“Não podemos perder tempo”, afirmou o primeiro-ministro Guiseppe Conte.

O país parecia livre da aceleração da segunda onda de infecções, mas desde o início do mês registra uma alta importante dos contágios.

Em Varsóvia (Polônia), o grande estádio nacional de futebol será transformado em um hospital para pacientes de covid-19.

Venezuela reabre as praias

Na América Latina, a região do mundo mais afetada pelo coronavírus, com 380.000 mortes, a Bolívia organizou eleições presidenciais com relativa normalidade no domingo, assim como o México, com votações nos estados de Hidalgo (centro) e Coahuila (nordeste).

Venezuela anunciou a reabertura das praias e hotéis, fechados para a população desde março. A partir desta segunda-feira, “no campo dos setores comerciais associados ao turismo (…) vamos flexibilizar pousadas e hotéis, praias e balneários”, anunciou o presidente Nicolás Maduro.

Na Austrália, as autoridades começaram a flexibilizar o longo confinamento e permitiram que os cinco milhões de habitantes de Melbourne saíssem de suas casas durante mais de duas horas por dia pela primeira vez desde julho.

“Não estou fazendo o que é popular, estou fazendo o que é seguro, porque não queremos voltar a isto de novo”, disse Daniel Andrews, primeiro-ministro do estado de Victoria, que inclui Melbourne.

Em Israel, os cidadãos já podem se afastar por mais de um quilômetro de suas casas e os jardins de infância, praias e parques nacionais foram reabertos.

O secretário-geral da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Saeb Erekat, um dos palestinos mais conhecidos no exterior por ter participado em várias negociações de paz, está em condição “crítica” depois de contrair o novo coronavírus.

Recuperação da economia chinesa

Na Arábia Saudita as restrições também foram flexibilizadas e os fiéis retornaram ao local mais sagrado do islã, a Grande Mesquita de Meca, pela primeira vez em sete meses.

Na frente econômica, o crescimento da China acelerou no terceiro trimestre do ano, quando o PIB do país avançou 4,9%, de acordo com os dados oficiais publicados nesta segunda-feira.

O país asiático é o primeiro a país a recuperar a atividade econômica, graças a um “confinamento estrito, testes de detecção em larga escala e o acompanhamento dos casos de contato”, afirmou à AFP o analista Ting Lu, do banco de investimentos Nomura.

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou nesta segunda-feira que é “crucial” para a recuperação da zona do euro que o plano de estímulo europeu, dotado de 750 bilhões de euros, tenha sucesso e cumpra com os prazos previstos, para não desperdiçar uma “oportunidade histórica” de mudar as coisas.

FONTE:DN


Mário Almeida14 de outubro de 2020
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) grande parte da população mundial terá de esperar, provavelmente, até 2022 para ser vacinada contra a Covid-19, apesar dos avanços da ciência.

“Para uma pessoa comum, para uma pessoa jovem e saudável, talvez terá de esperar até 2022 para ter a vacina”, declarou a cientista-chefe da entidade nesta quarta-feira, 14, Soumya Swaminathan. Para ela, o mundo deve ter uma vacina em 2021. Mas será “em quantidade limitada”.

Conforme o colunista Jamil Chade, do portal UOL Notícias, a OMS insiste que não haverá uma capacidade de produção suficiente para abastecer o mundo com vacinas. De acordo com a agência de Saúde, a prioridade será a de garantir a vacina para profissionais do setor de saúde, idosos e pessoas com condições de vulnerabilidade. Juntos, esses grupos não somam sequer 20% das populações dos países.

Soumya indica que a esperança é de que, ao vacinar uma parcela da população, a meta é de que a taxa de mortalidade seja reduzida e que a transmissão possa cair.”Nunca ninguém produziu vacinas nessa quantidade”, disse. “Não é que, no dia 1º de janeiro de 2021, seremos todos vacinados e a vida vai voltar ao normal”, alertou.

 

Interromper cadeia de transmissão

 

Segundo a cientista-chefe da OMS, para que a vacina gere uma imunidade de rebanho, 70% da população mundial terá de receber o produto, cerca de 5 bilhões de pessoas. Nesse momento, portanto, a cadeia de transmissão é interrompida.

Maria van Kerkhove, diretora técnica da OMS, insiste que o mundo não precisa esperar a vacina para todos para garantir um controle do vírus. “Temos instrumentos hoje para impedir transmissão”, disse a americana, destacando como governos de diferentes partes do mundo conseguiram manter taxas baixas de contaminação, mesmo sem a vacina.

“Esse é um vírus que podemos controlar”, insistiu. De acordo com a OMS, o “enorme salto” no número de casos nos últimos dias poderá ser seguido, nas próximas semanas, por aumento no número de mortes. Mas a esperança é de que, com médicos mais preparados e alguns tratamentos com resultados para casos mais graves, a taxa de mortalidade não seja a mesma do pico da doença entre março e abril.

Outros fatores que podem pesar é o fato de as pessoas estarem sendo diagnosticadas mais cedo e que a parcela da população mais atingida agora são mais jovens. Ainda assim, Soumya atenta que o mundo não pode adotar uma postura de complacência. “Ainda perdemos 5 mil pessoas por dia”, ponderou.

Fonte: O Povo


Mário Almeida10 de outubro de 2020
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A Igreja Católica beatificou, neste sábado (10), o londrino Carlo Acutis, o primeiro “influencer” em questões religiosas a chegar aos altares. A cerimônia solene de beatificação, que aconteceu na Basílica de São Francisco de Assis, na Itália, na presença da família do jovem, foi transmitida ao vivo pela internet.

A beatificação foi anunciada após a Igreja reconhecer o que considera ser um milagre realizado por Acutis a um menino no Brasil.

Carlo Acutis morreu de leucemia aos 15 anos, em Monza, na Itália, em 12 de outubro de 2006. Ele foi declarado “venerável” em 5 de julho de 2018. Quase um ano depois, seus restos mortais foram transferidos para Assis, onde foi beatificado neste sábado.

Segundo a Igreja, o corpo do adolescente ainda está “intacto”, com sua calça jeans e tênis.

Pai, os irmãos e mãe de Carlo Acutis acompanharam a cerimônia de beatificação na primeira fileira da Basílica de Assis. — Foto: Reprodução/Redes sociais

A data de celebração do jovem beato passa a ser 12 de outubro, a mesma data em que se celebra o Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

O portal oficial da Santa Sé, o Vaticano News, publicou uma homenagem a Acutis em que afirma que, “de todas as virtudes cardeais (prudência, justiça, fortaleza e temperança) e teologais (fé, esperança e caridade)” de Acutis, “é a fortaleza que mais se sobressai”.

“Antes de morrer, quando perguntaram se não estava triste por morrer jovem, ele [Acutis] respondeu: ‘Não, porque eu não desperdicei nem um minuto da minha vida fazendo coisas que não agradam a Deus’. Ou seja, para Carlos, agradar a Deus significa ter uma vida plena. Não agradar a Deus significa desperdiçar a vida”, afirmou na publicação o frade capuchinho Carlos Acácio Gonçalves Ferreira, reitor do santuário do Despojamento em Assis, onde o jovem está sepultado. 

Fieis acompanham do lado de fora a beatificação do jovem Carlo Acutis, em Assis, na Itália. — Foto: Reprodução/Redes sociais

O beato adolescente, que amava jogar futebol, videogame e comer Nutella e sorvete, dedicou boa parte de sua vida ao catecismo virtual e à criação de redes online para conectar mais de 10 mil paróquias.

Vida e morte

 

Filho de pais italianos, Carlo Acutis nasceu em Londres em 1991, mas logo se mudou com a família para a Itália.

Em Milão, já na adolescência, Acutis criou um site dedicado à catalogação cuidadosa de cada milagre já relatado na Igreja e para evangelizar — daí o título de “padroeiro da internet”.

Carlo Acutis — Foto: Site Carlo Acutis

 

Fonte: G1.com


Mário Almeida10 de outubro de 2020
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A capital alemã decretou, a partir deste sábado (10), o fechamento de bares e restaurantes entre 23h e 6h, além de lojas ou outros estabelecimentos comerciais, para controlar o aumento do número de casos. Outras cidades, como Colônia e Frankfurt, já determinaram medidas similares.

O toque de recolher em Berlim será instaurado até o dia 31 de outubro. Apenas farmácias e postos de combustível poderão abrir as portas.

“Este não é o momento de festejar”, disse o prefeito da capital alemã, Michael Müller, justificando a medida.

“Nós podemos e queremos impedir um novo confinamento, ainda mais restritivo”, disse, citando particularmente o “mau comportamento” dos alemães na faixa etária entre 20 e 40 anos.

“Depois de três taças de vinho, as medidas de distanciamento social tendem a ser menos respeitadas”, acrescentou o secretário de Justiça da cidade, Dirk Behrendt.

O coletivo “Bares de Berlim” considerou a adoção das novas medidas “um desastre” e diz que poderá recorrer à Justiça. Segundo o Instituto Statista, Berlim tinha, em 2018, 9,8 mil restaurantes, e mais de 1,7 mil bares. A decisão das autoridades municipais atinge diretamente a capital alemã, já bastante afetada pelo fechamento das discotecas há vários meses, que representaram, em 2018, ganhos de mais de 1,5 bilhão para os cofres públicos locais.

A medida, entretanto, foi defendida pela própria chanceler, Angela Merkel, nesta sexta-feira (9), durante uma reunião com prefeitos de 11 cidades alemãs.

“Tenho consciência que restrições atingem de maneira complexa o setor”, explicou. Em Frankfurt, o toque recolher entrou em vigor nesta sexta-feira (9), proibindo também a venda de álcool a partir das 22h. Colônia também adotou uma deisão similar à de Berlim, que entrou em vigor neste sábado (10).

Fonte: G1.com


Mário Almeida5 de outubro de 2020
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Cadáveres de focas, polvos e ouriços-do-mar aparecem há dias na península russa de Kamchatka. A ONG internacional Greenpeace denunciou que “ocorreu um desastre ecológico” na região.

Os corpos dos animais marinhos foram encontrados na praia de Khalatyr, um local turístico conhecido pela prática do surf, e também na baía de Avacha, no Pacífico, de acordo com a ONG.

As análises feitas na água detectaram “quatro vezes mais derivados de petróleo e 2,5 vezes mais de fenol”, segundo o Greenpeace, que explicou que as causas da contaminação ainda não foram confirmadas. As autoridades locais não informaram sobre um possível acidente industrial ou acontecimento incomum.

Neste fim de semana, o governador de Kamchatka, Vladimir Solodov, visitou a região e ameaçou demitir as pessoas que ocultaram a gravidade da situação. Também prometeu divulgar uma nova análise nos próximos dias feita com amostras do local, enviadas para Moscou.

O Greenpeace disse que mantém contato com os responsáveis para “pedir uma investigação imediata das causas da contaminação, uma avaliação de seu alcance e a eliminação urgente das consequências”.

Fonte: G1.com


Wesley Martins2 de outubro de 2020
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, em rede social, que ele e a primeira-dama Melania Trump contraíram a Covid-19 e que vão iniciar uma quarentena e o processo imediato de recuperação.

A notícia vem após um momento dramático de sua campanha à reeleição, a repercussão negativa de seu comportamento no primeiro debate de TV com o democrata Joe Biden. Trump não consegue superar o rival nas pesquisas, a menos de cinco semanas da eleição em 3 de novembro.

Como Trump e a mulher pegaram o coronavírus? A suspeita recai sobre uma conselheira.

“Ela testou positivo”, declarou Trump à emissora Fox News, confirmando informações dadas pela imprensa sobre Hope Hicks, uma das conselheiras do presidente e que costuma viajar com o mandatário.

“Eu acabei de fazer um teste e veremos o que acontece”, completou Trump, confirmando que a primeira-dama Melania também se submeteu ao teste de detecção do coronavírus.

“Eu terei os resultados esta noite ou amanhã pela manhã, mas sabem que eu passo muito tempo com Hope, assim como a primeira-dama”, continuou Trump,  antes de receber o teste positivo para a grave doença respiratória e vascular.

Hope Hicks estava a bordo do avião presidencial com Trump quando o presidente viajou a Cleveland, na terça-feira, para participar de um debate com o candidato democrata Joe Biden.

A assessora também viajou na quarta-feira com Trump rumo a Minnesota para um comício de campanha.

O presidente se submete regularmente a testes de covid-19, tem sua gestão da pandemia questionada e sofre críticas por ter os EUA em primeiro no ranking de casos e óbitos pela doença descoberta na China no final de 2019. A crise econômica que assola os EUA, com desemprego recorde e prejuízos bilionários dos conglomerados americanos, se instalou e tirou um dos poucos trunfos do republicano (o menor desemprego em 50 anos, antes da pandemia) na corrida presidencial.

FONTE: Diário do Nordeste



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